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Método

Uma conclusão precisa mostrar seu fundamento.

Lançamento conjunto · em preparação

A proposta metodológica da Videre liga a pergunta da organização às evidências, aos critérios e aos limites da análise. Comece por um exemplo; depois examine os conceitos e a governança. A metodologia apoia as equipes de Compliance na aplicação das diretrizes da organização à avaliação de terceiros.

01 · A metodologia Videre

Critérios claros, aplicados ao contexto da sua organização.

Uma avaliação precisa considerar o serviço ou a relação comercial entre sua organização e o terceiro. A importância de cada sinal, os riscos que a organização aceita assumir, as condições exigidas e os responsáveis pela decisão dependem do objetivo, do setor e das diretrizes da organização.

A Videre organiza a análise considerando essa diversidade: o resultado identifica a metodologia e a versão aplicadas; a evidência permanece ligada ao critério; a participação de automação, IA e pessoa é distinguida; e a decisão jurídica ou de negócio continua com a organização que avalia o terceiro.

A Metodologia de Referência Videre é um ponto de partida explícito. A matriz e a versão do catálogo aplicadas ficam identificadas, e a governança está em evolução. Ela não é uma verdade universal nem uma certificação regulatória.

02 · Conceitos da análise

Entenda o papel de cada componente.

A metodologia orienta a análise; as diretrizes da organização orientam os critérios de uma configuração proposta, sujeita à viabilidade e às capacidades confirmadas.

  • 01Categoria

    Governança Metodológica

    O sistema de papéis, versões, testes, aprovações e mudanças.

  • 02Capacidade

    Metodologia de Risco Configurável, com Governança em Evolução

    A proposta comercial central para o Enterprise, com implantação assistida ainda sujeita a confirmação e governança completa planejada.

  • 03Módulo futuro

    Ambiente de gestão de critérios

    O espaço de configuração, teste, aprovação e versionamento na plataforma.

  • 04Implantação

    Aplicação assistida das diretrizes da organização

    Tradução assistida de uma política já aprovada em parâmetros operacionais.

  • 05Estudo em desenho

    Estudo das diretrizes

    Estudo, pago em tokens, que proporá diretrizes a partir de relatórios que a organização já fez, para ela revisar e aprovar.

  • 06Base

    Metodologia de Referência Videre

    Ponto de partida estruturado, com matriz e versão do catálogo identificadas, para quem ainda não formalizou uma diretriz própria.

A referência precisa ser adequada ao contexto. O estudo das diretrizes produz uma proposta que só vale depois da aprovação da organização.

Indicadores de risco

Indicadores para entender as evidências.

Para avaliar um terceiro, sua organização precisa entender o que cada informação revela sobre o serviço ou a relação comercial envolvidos. Na proposta da Videre, os indicadores, os critérios aplicados e a cobertura das fontes dão esse contexto às evidências.

Do sinal à consequência

O critério vem antes da conclusão.

  1. Catálogo

    O que observar.

    O desenho do produto prevê registrar o estado de cada indicador, o critério aplicado e as fontes que sustentam o sinal.

  2. Matriz

    Como ponderar.

    Na interpretação prevista, pesos, fatores, regras críticas e faixas definem, por regra fixa, a classificação do caso.

  3. Base aplicável

    O que pode ser comparado.

    Tipo de alvo, cobertura e itens não aplicáveis mudam a base; comparar exige condições equivalentes.

Uma linguagem comum

Quatro elementos mantêm a leitura explicável.

Categoria
Organiza a natureza do risco observado.
Peso
Declara a relevância do indicador na avaliação.
Gatilho
Indica quando o caso pede maior profundidade.
Limiar
Define a fronteira usada para classificar o caso.
IA com critério declarado

A IA não “acha” o risco.

No desenho do produto, a IA contextualiza os achados à luz dos indicadores e parâmetros aplicados ao caso; quando a organização envia as próprias diretrizes de risco em PDF, a plataforma analisa o arquivo e avisa se falta algo necessário para classificar. A classificação segue a escala e os critérios dessas diretrizes, e a IA não as aprova nem as altera.

O Dossiê Analítico identifica a assistência de IA, mantém as fontes e limitações visíveis e não transforma ausência de informação em conformidade. A decisão sobre o terceiro continua com a organização.

Se a organização precisar de uma conclusão com autoria profissional, os mesmos indicadores poderão fundamentar o Parecer Técnico de Integridade e Due Diligence do Dossiê Especialista. Ele é uma avaliação técnica de risco e integridade: não é parecer jurídico nem serviço de advocacia.

A demonstração ilustra como os indicadores organizam os dois dossiês Express e orientam a proposta do Dossiê Analítico. No Dossiê Especialista, eles fundamentam o parecer.

Explorar a demonstração Comparar os quatro dossiês: Express Essencial (profundidade 1 de 4) Express Completo (profundidade 2 de 4) Dossiê Analítico (profundidade 3 de 4) Dossiê Especialista (profundidade 4 de 4)
03 · Como os critérios são definidos

Três caminhos para definir os critérios da avaliação.

No desenho proposto, os critérios podem partir de três origens. Da Metodologia de Referência Videre. Das diretrizes que a organização já tem: ela poderá enviá-las em PDF, em português, inglês ou espanhol. O dossiê será emitido em português, e aplicar as diretrizes não terá custo. No Enterprise, está prevista também a implantação assistida dessas diretrizes, com escopo e condições ainda sujeitos a confirmação. Ou do histórico: no Enterprise, o estudo das diretrizes a partir de relatórios que a organização já fez, pago em tokens, é um produto novo, ainda em desenho.

01Em desenvolvimento

Metodologia de Referência Videre

Começar por uma referência

O produto em desenvolvimento prevê identificar os indicadores e critérios aplicados em cada avaliação. A formalização completa da metodologia de referência continua em desenvolvimento. O objetivo da análise, o contexto e os riscos que a organização aceita assumir precisam ser definidos em cada uso.

Entrada
Objetivo da análise, definido no cadastro ou no contrato da organização, perfil do terceiro e requisitos aplicáveis.
Saída
Conjunto identificado de indicadores e regras de referência, com limitações declaradas.
02Implantação proposta

Aplicação assistida das diretrizes da organização

Trazer a diretriz aprovada

No Enterprise, na implantação proposta, a equipe deverá examinar as diretrizes da organização e sua compatibilidade com as capacidades confirmadas do produto. Dúvidas e conflitos são resolvidos com os responsáveis da organização antes da ativação. Adaptações podem exigir desenvolvimento específico; esse trabalho não substitui a validação jurídica da política.

Entrada
Políticas, matrizes, manuais, alçadas e decisões já aprovadas internamente.
Saída
Matriz própria por organização e tipo de terceiro, parametrizada por implantação assistida e sujeita à aprovação da organização.
03Em desenho

Estudo das diretrizes

Usar o histórico como evidência

Relatórios que a organização já fez podem sustentar hipóteses sobre padrões, exceções e mudanças de prática. O estudo é uma análise feita só a partir desses documentos, paga em tokens: um produto novo, ainda em desenho. Ele não garante reproduzir fielmente as diretrizes usadas; o resultado é uma proposta que a organização revisa e aprova. Também não presume que decisões antigas eram corretas, atuais, lícitas ou livres de viés.

Entrada
Relatórios de due diligence que a organização já fez, com o contexto das decisões.
Saída
Um relatório com as diretrizes propostas, que a organização revisa, aprova e muda como quiser, num painel de edição das diretrizes.
Rota de construção
Referência · política existente · histórico
Resultado da análise
Padrões observados · hipóteses · critérios propostos · critérios aprovados
Origem da regra
Referencial · organização · padrão histórico · decisão especializada
Autoridade normativa
Responsável da organização, sujeito às revisões e aos controles aplicáveis
04 · Princípios não negociáveis

Configurável no conteúdo. Rigoroso no desenho da governança.

Identificar a matriz e a versão do catálogo é um requisito do produto em desenvolvimento. O fluxo abaixo descreve o desenho de governança; não comprova controles em operação nem disponibilidade comercial.

01Versão

Identificar versões e governar mudanças.

O desenho do produto prevê registrar matriz e versão do catálogo aplicadas. Definição de vigência, justificativa, publicação, comparação e retorno a versões anteriores integram o módulo planejado.

02Prova

Entender de onde vem cada critério.

A origem usada para produzir cada resultado deve ser identificada. A ligação completa entre documento, requisito, regra, teste e aprovação integra o módulo planejado.

03Alçada

Definir quem revisa e quem aprova.

Permissões, revisão humana, justificativa de exceções e separação de papéis precisam ser definidos e testados no produto. Este desenho metodológico não atesta a operação desses controles.

04Abstenção

Falta de dado não vira certeza.

Dados não consultados, de fonte fora do ar ou não aplicáveis permanecem explícitos. Quando a base aplicável não permite um cálculo, esse cálculo aparece como INDETERMINADO, que não é um nível da classificação de risco. No Dossiê Analítico e no Dossiê Especialista, se uma fonte ficar fora do ar, a classificação de risco sai provisória e diz qual fonte faltou. O tratamento metodológico formal de conflito, insuficiência e abstenção integra a governança planejada.

Responsabilidades

Papéis previstos: plataforma, Videre e organização.

Plataforma e IA

Aplicar e apoiar.

  • Aplicar regras configuradas.
  • Identificar versão e estado.
  • Contextualizar achados à luz dos indicadores aplicados ao caso.
  • Analisar as diretrizes enviadas em PDF e avisar o que falta para classificar.
  • Não aprovar nem alterar as diretrizes da organização.
Equipe Videre

Estruturar e desafiar.

  • Decompor requisitos.
  • Documentar ambiguidades.
  • Preparar testes e apoiar configuração.
  • Não prestar aconselhamento jurídico nem definir os riscos que a organização aceita assumir.
Organização contratante e assessores

Validar e autorizar.

  • Documentar finalidade, base legal e escopo dos tratamentos sob sua responsabilidade.
  • Resolver interpretações e alçadas.
  • Validar os critérios estruturados a partir de suas diretrizes e aprovar quando passam a valer.
  • Tomar decisões jurídicas e de negócio.
Privacidade e limites

O uso de relatórios anteriores exige cuidados específicos com dados e confidencialidade.

Relatórios antigos podem conter dados pessoais, informações sensíveis, denúncias, alegações não confirmadas e documentos confidenciais.

Antes de qualquer transferência, o projeto precisa definir finalidade, base legal, autoridade para disponibilização, origem, necessidade, papéis de controlador, operador e eventuais suboperadores por finalidade, acesso, retenção, fornecedores e eventuais transferências internacionais. Cada parte responde pelas finalidades e obrigações que lhe couberem.

Conforme o risco, o acervo pode precisar ser reduzido, mascarado, segregado ou recusado. Materiais sujeitos a sigilo profissional, investigação interna ou restrição contratual exigem avaliação específica.

Limites declarados
  • Referência não é padrão universal nem garantia regulatória.
  • Configuração não equivale a validação jurídica da política.
  • Concordância histórica não prova correção ou ausência de viés.
  • O estudo das diretrizes formula hipóteses; não descobre um método exato.
  • IA não aprova política, não assina parecer e não decide pela organização.
  • A aprovação da organização não torna lícito um critério nem substitui avaliação jurídica; configurações podem ser recusadas ou limitadas por incompatibilidade legal, contratual ou com os controles de aceitabilidade da Videre.
  • Nenhuma configuração elimina as obrigações próprias de cada parte.
Ficha metodológica · exemplo fictício

O método em prática.

Acompanhe uma avaliação fictícia de fornecedor, da proposta às pendências da contratação. Esta ficha demonstra um procedimento de leitura documental. Não é relatório emitido pelo produto nem teste de uma empresa real.

  1. PrincípioDistinguir declaração de comprovação.
  2. ProcedimentoComparar execução e acesso.
  3. TesteAs duas versões sustentam a mesma afirmação?
  4. EvidênciaPermitir a conferência da leitura.
  5. LimiteEsclarecer não é aprovar.
Abrir o caso em Na prática
Comece pela pergunta, não pelo arquivo

Que decisão sobre terceiros você precisa fundamentar?

A resposta parte das diretrizes da sua empresa. No Dossiê Analítico e no Dossiê Especialista, elas poderão ser aplicadas no Sob Demanda ou no Enterprise. Para conhecer as formas de contratação, não é preciso enviar arquivo nem dado de caso.

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COMECE POR UMA ESTRELA

Cada assunto participa da análise.

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